Arquivo da Rosa
   Doc n° 31

Dessa vez eu acho que vai, esse post eu fiz no Word e já tentei publicá-lo mais  de uma vez.

Solidão

 

É algo com que eu convivo bem.

Não aquela de ser sozinha no mundo, sem amigos, família e namorados, afinal todos precisam de alguém do seu lado, principalmente dos amigos.

 

Ás vezes eu até preciso estar só.

Acho que coincide muito com as fases em que estou mal humorada ou triste, tenho pra mim que ninguém é obrigado a ficar levando patadas de mim quando estou mal humorada, porque eu detesto que façam isso comigo.

 

Eu nem sei se não gosto de estar triste, isso é tão freqüente que às vezes penso ser algo inerente ao meu ser, faz parte até do meu olhar essa tristeza, um olhar nostálgico.

 

Mas algumas vezes sento falta de alguém do meu lado.

Isso não é tão comum, geralmente acontece quando estou deitada na minha cama e a sinto vazia, uma das coisas que mais gosto quando estou namorando, é sentir o calor da pessoa ao lado, ficar deitada junto e com a cabeça no colo, ouvindo com a mão o coração bater.

Ou me dá uma vontade grande de sair, chamar um amigo que não vejo há muito tempo, variar de ambiente, sei lá o que fazer...talvez apenas mudar um pouco de ares.

 

Atualmente, só tenho motivos para estar alegre, quem está ao meu lado sabe disso. tenho amigos e família, não deveria ficar me sentindo só...

 

Vai passar, eu sei que vai...

Só falta colocar isso nessa cabecinha teimosa... e nesse coração torto.

 

Pena que as vezes só o que sentimos é a solidão acompanhada de uma profunda tristeza.

 

 

Ochaya

31 de outubro de 2004

 



Escrito por ochaya às 20h45
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   Doc n° 30

Arrê!!!

É a terceira vez que tento postar alguma coisa aqui, e essa página expira, já perdi um texto que estava escrevendo direto nessa página do uol e por falta de memória não consegui reescrevê-lo, minha memória não a do micro, mas serviu para aprender a lição: nunca faça seus textos direto nas páginas de internet, faça no Word, salve e só depois publique.



Escrito por ochaya às 20h43
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   Doc n° 29

Essa foi do tempo em que eu acreditava que sabia escrever alguma coisa, tinha a pretensão de escrever um poema, ou quem sabe, uma poesia...

 

 

Poesia, Espelho e a Alma

 

Quando um poeta pega a sua caneta

E coloca sobre uma folha de papel

Sua alma começa a ser escrita

Sobre um espelho em forma de poesia.

 

A poesia é o reflexo colorido e brilhante

Sobre a superfície de um espelho único

E Mágico.

 

Cada linha é uma parte d'alma e

Da criatividade do poeta

Sendo refletida.

E que por uma ou milhares de pessoas

Será sentida.

 

Cada reflexo que se vê,

É a parte de uma alma,

Em belas palavras desvelada.

 

Seja brilhante e colorido,

Seja triste ou obscurecido,

Um momento vivido

Será sempre belo.

E em palavras perfeitas,

Pelo poeta escritas,

Será intensamente revivido.

 

A poesia pode ser

Grandiosa ou pequena,

Isso pouco importa,

Pois será sempre poderosa e sincera

Ao ser o reflexo,

No mágico espelho revelado,

D'alma pura do autor

Ali retratada.

 

 

Ochaya

28 de fevereiro de 1998.



Escrito por ochaya às 17h10
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   Doc n° 28

O quê significa o seu nome?

Vc já pesquisou em mais de uma fonte o significado de seu nome, já procurou em  dicionários?

O meu eu tenho descoberto alguns significados bem interessantes.

Rosália ...

 



Escrito por ochaya às 01h41
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   Doc n° 27

Interessante as atuais linguagens adotadas na comunicação, seja na de massa veiculada nos meios de mesmo nome, seja nos meios eletrônicos ou durante uma conversa dentro do carro ao se voltar para casa depois de mais um dia de aula na universidade ou no intervalo entre as aulas.

Tem-se a liberdade de falar do modo que bem lhe aprouver, enchendo a conversa com uns 70% de tipo assim, sacou, né etc; outros sintetizam tanto as palavras que me torna difícil abstrair o que querem afinal dizer (não que isso afete tanto assim a compreensão), ainda existem aqueles que rebuscam de tal maneira a fala que se tornam monótonos, claro que existem aqueles que se mantêm fieis ao formalismo da língua portuguesa, uns que não a conhecem tão bem assim, mas mesmo assim se fazem entender e por aí vai.

Talvez eu não esteja assim tão acostumada as gírias e tendências a neologismos e seja uma falha minha, não sou tão boa assim de português e nem falo maravilhosamente bem, talvez criem caso comigo e venha a me criticar por acharem que estou mal dizendo quem assim fala ou escreve, por favor não pense assim, acho que é sempre valido se comunicar seja de que forma for.

Apenas tomem cuidado para não tornarem isso tão arraigado que não consigam mais falar ou escrever de outro modo, eu volto e meia esqueço de colocar os acentos por conta da liberdade que se tem ao escrever na internet e tenho que me policiar para não reincidir no erro.

Mais o mais importante de tudo, tenham o que conversar...

Tenho descoberto um grande prazer em conversar, adquirido ao se conhecer novos modos de se escrever e expressões adotadas nos blogs e principalmente no dia a dia com pessoas diversas, ler bastante e desenvolver mais temas para dialogar (mas isso sempre foi um prazer para mim).

 



Escrito por ochaya às 01h37
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   Doc n° 26

Apenas uma nota de desalento...

Estou profundamente frustrada, desanimada e o pior...irrealizada!

Explico:

Tudo começou com um desejo, pequeno que foi se avolumando e ganhando proporções enormes, de comer bolo de chocolate, um simples bolo de chocolate.

Por ele eu enfrentei meus traumas, enfrentei o forno e a bateteira... e fiz um bolo.

Trauma esse de fazer bolo, mas dessa vez não haveria erros, eu pensei em tudo, até comprei aquelas massas prontas para bolo...

Já tentei três vezes antes dessa e definitivamente, essa foi a pior de todas, ganharia a medalha pelo pior resultado obitido. O bolo ferveu, derramou no meu forno e por aí foi desandando até resultar nisso (ai se vocês pudessem ver)... desconheço esse estado da matéria (nem líquido, gasoso, sólido e nem gelatinoso) e consegui fazer tudo isso com um bolo de massa pronta que é só adicionar leite, ovos e margarina, bater e colocar no forno. 

E é esse o maior agravante, a prova máxima de minha incapacidade, a certeza de minha derrota... e o triunfo de um algo tão simples como fazer um bolo sobre mim.

Conclusão: não superei meu trauma, aliás só aumentei... e o pior de tudo, o pior mesmo... não comi bolo de chocolate.

Estou inconsolável.



Escrito por ochaya às 21h49
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   Doc n° 25

Me pediram esclarecimentos do que me levou a ter tal curiosidade e dela ter me levado até a essa milonga. Eslareço: 

 

Tudo começou, numa noite quente do mês de setembro em Taguatinga -DF...
Fui a um encontro de corais na Católica e lá eu ouvi uma menina estrangular com a língua espanhola (aquilo nem podia ser chamado de portunhol pra se ter uma idéia) ela recitava alguma coisa sobre Jacinto Chiclana e quase nada entendi do que foi cantado pelo Coro (talvez tenha sido por motivos de força maior, como um menino muito chato que não ficava quieto e nem me deixava ouvir o coral), resolvi então pesquisar, já que tal nome me atiçou a curiosidade, e quando achei a Milonga a Jacinto Chiclana, vi que meu processo de busca se deu de forma parecida com a do autor de tal milonga e que essa não deixa de ser uma estória muito interessante.



Escrito por ochaya às 10h00
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